domingo, 2 de outubro de 2011

Feira do Empreendedor 2011 abre espaço para a sustentabilidade e inovação!

A feira do empreendedor (BA)  reserva, esse ano, palestras exclusivas dentro do tema de sustentabilidade e inovação.

Confira a programação extraída do site do evento logo em seguida!



sábado, 17 de setembro de 2011

BlueEconomy



Voce já ouviu falar em "BlueEconomy" ou  "economia azul"?
Assista ao vídeo e descubra qual a diferença entre a economia azul e a verde!!!!!

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Resiliencia - Competência indispensável ao profissional moderno!


A sobrevivência dos mais aptos, expressão cunhada pelo pensador positivista Herbert Spencer, criador de darwinismo social, é uma máxima aplicada à sociedade desde que o  homem era coletor e caçador. Marcelo Mariaca

Somos julgados e selecionados em casa, no trabalho e nas relações sociais, escolhidos pelos nossos méritos e rejeitados pelas fraquezas. Para sobreviver, o indivíduo precisa ser resiliente, ou seja, ser elástico, ter a capacidade de resistir aos choques.
Resiliência é uma palavra desconhecida pela maioria das pessoas e considerada pernóstica pelos modernos, mas é uma das qualidades que se exige dos profissionais, principalmente dos executivos, no mundo corporativo, onde as leis da selva - ou do darwinismo social - são evidenciadas com maior nitidez.
Nos dicionários, resiliência define a capacidade dos materiais de resistirem aos choques e de retomarem suas propriedades após esforço intenso. O conceito migrou da física para os consultórios de psicologia e, de lá, para a boca do povo.
Alguns entendem resiliência como capacidade de adaptação a ambientes e cenários diferentes, o que dá ideia de acomodação. Mas acomodação, como todos sabem, é palavrão em qualquer organização, principalmente numa economia globalizada, de concorrência acirrada e na qual a inovação é um dos mantras e pressuposto para a sobrevivência dos negócios.
A resiliência, portanto, não é acomodação, mas a capacidade de lidar com problemas, vencer dificuldades e obstáculos e superar conflitos sem entrar em parafuso. Trata-se de um traço de personalidade, mas essa capacidade envolve também treinamento.
O ser resiliente deve ser dotado de autoconfiança e de grande dose de otimismo - o pessimista não vence desafios, pois já entra na luta na posição de derrotado.
Saber controlar as emoções e os impulsos são outras qualidades imprescindíveis no ambiente corporativo. Mas a resiliência implica também capacidade de identificar as verdadeiras causas dos problemas, compreender os estados psicológicos e os padrões de reação dos outros e agregar as pessoas para resolver os problemas e superar os desafios.
Não é mais só MBA, nem mestrado em Londres que torna o executivo mais apto.
Hoje a resiliência representa a habilidade do ser humano de sobreviver a um trauma, resistir às adversidades e ter visão positiva de reconstruir sua vida, a despeito de um entorno negativo, do estresse, das restrições sociais. Ser resiliente, assim, é ser flexível. O adaptado se perde de si. O resiliente mantém sua integridade.
É sujeito e não objeto. Pode-se dizer que é a vitória do caráter. É a tranqüilidade da ação daqueles que têm a certeza de que, sim, o pior também vai passar.
Mas é importante saber que, embora seja íntima e pessoal, a resiliência não se conquista sozinho.
É preciso apoio de um clima organizacional em que a saúde mental das pessoas seja valorizada e que o trabalho sob pressão não seja uma constante, mas a exceção.
Nem porque exigem profissionais resilientes as empresas devem exacerbar a prática das leis da selva

Oito empresas brasileiras fazem parte do índice Dow Jones de Sustentabilidade 2011




O índice Dow Jones de Sustentabilidade (DJSI), o mais importante índice mundial de sustentabilidade, que avalia o desempenho econômico, social e ambiental de mais de 300 empresas, anunciou quinta-feira, 8 de setembro, a lista das empresas que conseguiram alcançar o apontador na última revisão. Oito empresas brasileiras estão na lista: Petrobras, Cemig, Bradesco, Itaú, Itausa, Embraer, Fibria e Redecard. 
A Petrobras, pelo sexto ano consecutivo, integra o Índice. Com a renovação, a Companhia se consolida como uma das empresas com melhores práticas de gestão no mundoDe acordo com os critérios de avaliação do Índice, a empresa obteve melhora na avaliação das dimensões econômica e social e manteve seu desempenho na dimensão ambiental. Deve-se destacar ainda que, pela quinta vez, obteve a nota máxima no critério Transparência.
Nesta edição, 342 companhias de 30 países participam do índice, em 57 setores da indústria. Atualmente, mais de US$ 8 bilhões estão investidos em fundos que se baseiam exclusivamente nas empresas pertencentes aos índices DJSI.
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A seleção é realizada pela organização suíça Sustainable Asset Management (Sam), com auditoria da Deloitte. O processo contou com a participação de 2.500 companhias.
Segundo o portal Energia Hoje, o consultor de sustentabilidade da Keyassociados, João Boffino, comentou que os índices de sustentabilidade foram criados com o objetivo de estimular a responsabilidade ética corporativa e o desenvolvimento sustentável. E, além disso, tem impacto nas ações. “Integrar o índice agrega valor para o acionista porque proporciona valorização diferenciada a empresa, aumentando sua liquidez”, frisou.

(Fonte: Instituto EcoD)